as desprovas

a prova do que se quer ver condenado é de ferro é à fórceps tirado da pedra e dada ao juiz que bate na cabeça o ferro que já transvirou prego do próprio condenado transtornado

ainda que sempre se prove que o que se quer ver condenado não o seja não haverá não haverá como deixar de ser de pedra aquela prova

é como ser o ciclista que sou no interior de são paulo e ver uma morte ao lado da casa e o descaso absoluto de quem deveria regular o trânsito e a população e querer que o trânsito mude por que a gente não merece morrer assim não mas que se foda eles dizem

dilma não foi mostrada como culpada pelos próprios técnicos do senado vê aqui e chamará uma quebra à constituição a constituição já está quebrada e ninguém está a gritar atrás da catedral de ruão na mesa do pai no trem do idiota na cidadezinha do matusalém no presídio que se alagou ninguém ninguém a gritar que a constituição ruiu desruiu

o jaburu viu o novadminstrador e o vice rey se reunirem apesar de um ser golpista e ficha suja e o outro um gângster um gângster como não vêem que ele é a porra de um gângster veja aqui e as porra dos media e da galera e daquela malta branca que batia panela zwilling tão pouco se fasciculando se latejando por causa disso devem achar que ninguém vai fazer nada contra a pf que tá tudo bem e o tango vai tocar sem saber onde a porra do homem nasceu

precisamos de um borges dum cego pra ter fagulhas e ferramentas e alephs e essa porra toda pra olhar observar encarar e gritar

quebras desquebras provas e desprosas irrompem de alguma forma o direito rompem as vírgulas e os pontos e a gramática de merda que só faz crescer minha branquidão estúpida à face da cidade que contra mim se joga

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