hoje é o dia de eleger o próximo cunha. os papéis que farão parecerão um quadro de rafael silveira, em que de cada pescoço sai uns mórbidos bichos, figuras que só parecem viver.
e a resistência ao golpe anda fraca, fraca, apesar de duas bombas que sairão nessa e na próxima semana.
há que se cuidar para que o fôlego não seja embebido de álcool, de uma figura nefasta que se afastou, mas que ainda é um retrato na parede, que ainda cunha sua garra em cada moeda, em cada troca parlamentar.
